Sou a amarga lágrima última
Que verte dos olhos da esperança,
Que silenciosa e triste e súbita
Ruma ao solo, vagarosa e mansa.
Eu sou da alegria o derradeiro suspiro
Exalado com pesar e sofreguidão
Antes de apagar-se o círio
Que a faz tombar ao chão.
E sou, de jazer, a vontade
Residente em cada alma muda.
Desgraça que em todos bate.
Sou o aceno de partida
Que de pranto o coração inunda.
Sou a existência absurda.
Você é apenas um rapaz latino americano.
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