Não me importa o brilho da aurora,
Pois os ventos cortantes de outrora
Fecham-me os tristes olhos à luz
Por eles a esta não fazerem jus.
É pífio o ar aconchegante e quente
Se mesmo em meio a tanta gente
Há de persistir dentro de mim
Este pavoroso frio sem fim.
Mas, cair ante a pressão eu não hei.
Contra a podridão não fenecerei,
Pois insiste em brilhar a chama insana
Deste fogo que esperança se chama.
Posso este mundo a mudar jamais vir,
Mas nos que me cercam aqui e ali
Deixarei a brotar uma semente
Para não desistir sem que se tente.
Do mútuo respeito há de ser a glória
De escrever bela história sobre a escória,
De gritar aos quatro cantos
Que limamos os motivos de pranto.
Pois os ventos cortantes de outrora
Fecham-me os tristes olhos à luz
Por eles a esta não fazerem jus.
É pífio o ar aconchegante e quente
Se mesmo em meio a tanta gente
Há de persistir dentro de mim
Este pavoroso frio sem fim.
Mas, cair ante a pressão eu não hei.
Contra a podridão não fenecerei,
Pois insiste em brilhar a chama insana
Deste fogo que esperança se chama.
Posso este mundo a mudar jamais vir,
Mas nos que me cercam aqui e ali
Deixarei a brotar uma semente
Para não desistir sem que se tente.
Do mútuo respeito há de ser a glória
De escrever bela história sobre a escória,
De gritar aos quatro cantos
Que limamos os motivos de pranto.
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