O mar de incerteza engole e afoga
Tudo aquilo que nele se encontra.
Cresce em desesperança a de agora
Juventude que não entende onde mora.
A cada ilha tenta perder o desânimo
Que no entre elas se aproxima e parasita
O coração já pesado e enfermo
Que, ao início da vida, vê dela o termo.
Milhares nadam sem ver um ao outro;
Àqueles do caminho subjugam e atropelam
Sem se dar conta que o fazem consigo.
Mantém-se, a todo tempo, o perigo.
As ventanias sorrateiras que geram ondas
Que varrem aos que, naquele instante,
Onde se segurar certamente não tinham
E carregam as benesses que nunca vinham.
Um relâmpago rasga o sonhado horizonte
Acertando o homem que o tentou alcançar
Mantém as desconhecidas leis e ordem de
Que, o horizonte, ultrapassá-lo não se pode.
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