segunda-feira, 19 de julho de 2010

Ode à mentira

Há quem alegue se opor à mentira
E não percebe o quanto das verdades,
Aquelas que quando infante ouvira,
Ditas pelo Professor ou Frade

São de fato, de conhecer, dignas.
E sem pestanejar as aceita
Como se do conhecimento insígnias;
Manjar do qual bebe e a garrafa deita

Sem tentar ler o “veneno” do rótulo.
E sem perceber, todo o tempo mente
E em praça pública dá-lhe o ósculo.

Crê que mentira é sempre má-fé,
Mas de verdade sua vida tem nada.
Não é sua. É pros outros. Fachada.

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