Hoje, há quatro anos atrás,
Eu – sim, eu – tinha toda a certeza
A mesma que ainda em mim mora; jaz.
Naquela época doía-me o peito
Tão fundo que não mais sinto,
Pois dói-me a existência por inteiro!
Eu dormiria numa hora como esta,
Mas corre amarga e quente, não minto,
Aquilo que minha vida gesta.
Ah, mas há muito já passou isso...
Queria poder chamar tristeza!
Decerto já passou disso.
O que será então que espera?
O que sucede à ânsia de morte?
À ânsia sincera?
26 de novembro de 2008
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