Faz um favor?
Diz que eu pedi para avisar:
“Que o tempo passa.
Discreto e sorrateiro, segue
E não nos damos conta.
Até que a certa hora
Se lembra de olhar para trás,
Mas, é tarde.
Não há, nunca há retorno.
E continuar olhando
Só faz sofrer.
Quem disse que não mata?
O arrependimento mata.
Mata de desgosto a quem
Distraído não viu chegar a hora.
Agora?
Agora, cuidado para ao fechar os olhos
Não se ver no passado lá dentro deles,
Pois assim se definha.
E... Você olhando para o futuro,
Distraiu-se, esqueceu...
Enquanto isso...
O tempo, que não para,
Passou.”
Desculpe-me, recuso o eterno presente. Quero o futuro, mas quero amanhã.
ResponderExcluirBem, eu também recuso o eterno presente. Não acredito sequer que o presente exista a não ser como divisão arbitrária e individual, pois só conseguimos pensar o 'presente' quando ele já passou.
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