Tantas
foram as lágrimas que chorei,
Tantas
foram as vezes que suspirei...
Porém,
nada por ninguém fora visto ou ouvido,
Pois
nenhum vocábulo, por mim, fora escrito.
Por
ciclos inteiros de lua eu nada pensei.
Tudo
que passava em minha mente era angústia,
Lembrança
de acontecimentos nostálgicos, agora.
A
doce virgem sempre vem, mas não tem hora.
Espero
ansioso a tua chegada e a minha partida.
Não
almejo salvação nem acredito nela.
Macambúzio,
espero a virgem com sua saída...
Não
vejo homens livres ou notas de alegria.
Em
minha última visão de um inseto ele tivera
O
que eu sempre quis e busquei
Nas
noites silenciosas de frio e estrelas distantes.
Ah...
o sol nunca mais mostrar-se-á excitante.
A
chuva cai sobe minha face,
As
folhas balançam ao vento...
Meu
corpo e a vida sem nenhum enlace.
Adiante,
encontram-se meus tristes momentos.
Posso
em vida ouvir o réquiem de meu pensamento
Somente
dentro de minha mente vive a tristeza...
Todo
este abandono traz-me a certeza,
Que
em minha última lástima o frio aconchega-me.
Várias
taças de vinho já se passaram.
Não
sei se tenho forças para chegar em meu lar
Sem
nenhuma estrela ou a lua para me guiar.
Com
a bebedeira, alma e mente se calaram...
Talvez
meu último lamento tenha passado,
Ou
talvez, pela manhã eu permaneça embriagado.
No
aconchego do vazio caminho cambaleante...
A
senhora no fim da rua... Parece que neste instante...
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