quarta-feira, 16 de junho de 2010

Despedida

Quando da corrente o elo quebrar,
E sumir o sol por detrás dos montes,
E o vento encher por completo teu lar,
Que isso não seja, de tristeza, fonte.

Não há no mundo melhor moradia
Do que a que tu vais encontrar!
Preencherá minh’alma de alegria
Com a tua nova morada lá!

De nada adianta teu corpo físico
Se não habitares meu coração.
E lá sempre estarás, quer queira ou não!

Se a tristeza profunda te abater,
E o frio acre da alma te oprimir,
Lembra-te de que sempre penso em você!


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