Incansavelmente espero a hora
Em que a vil escuridão surda
Será rompida pela aurora;
Em que os bosques
Cantarão a fuga da neblina turva.
Não haverá praga que rogues
Que será pior que o silêncio
O qual já me fora imposto
Numa brincadeira de mau gosto
Que não cessa se o
Momento se eterniza como ferida
Na pobre lembrança apodrecida
Do incrível homem invisível
Do qual o tempo todo se ri
Sem saber que ele está ali.
Nenhum comentário:
Postar um comentário