Sinta agora esta brisa que passa!
Sua refrescância, formosura e graça.
Deixe-a o seu rosto acariciar
E a sua lágrima suavemente levar.
Faça-a confortar sua oprimida alma
Com sua velocidade sempre calma;
Afagar o seu amargo coração
Trazendo-lhe uma bela canção.
Lembre-se que esta brisa é o sofrimento meu
De uma alma que já morreu
De um corpo completamente fraco.
Mas este estado triste e lasso
É a liberdade de meu ser
Que se tornou natureza para viver.
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