quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Brisa*

Sinta agora esta brisa que passa!
Sua refrescância, formosura e graça.
Deixe-a o seu rosto acariciar
E a sua lágrima suavemente levar.

Faça-a confortar sua oprimida alma
Com sua velocidade sempre calma;
Afagar o seu amargo coração
Trazendo-lhe uma bela canção.

Lembre-se que esta brisa é o sofrimento meu
De uma alma que já morreu
De um corpo completamente fraco.

Mas este estado triste e lasso
É a liberdade de meu ser
Que se tornou natureza para viver.


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