A música mágica toca... linda!
E vem me encher o ser
Com uma leveza infinda
Que me faz alvorecer.
Vejo os movimentos suaves;
Daquelas almas, a leveza
Por não encontrarem entraves,
Pois possuem enorme firmeza.
A pureza que emanam aquelas mentes
Refletem-se em meus olhos
Criando lágrimas que, docemente,
Mostram-me o sentimento livre
Sinto o sentimento inefável
Por ser o máximo de puro!
Mais do que toda a beleza possível.
É alegria! É sonho, eu juro!
Já tive outras oportunidades
Mas hoje com minha alma livre
Aproveito a apresentação de verdade
Com o delírio que nunca antes tive.
Para o universo, saí de mim.
Sinto a volúpia de ver as cores
Desse novo mundo – refletido pelo espadim –
No qual só encontro amores.
E a eternidade do meu apreciar
Permite-me pensar sem usar a razão
E traz-me vontade de chorar
E imenso desimpedimento ao coração.
Enleiam-me e enlevam-me os movimentos
Que direcionam a mim o feérico,
A poesia trazida pelos ventos,
Os olhares, o mundo mágico, cênico.
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