Minha alma, de tristeza, inundo
Das angústias trazidas pelo mundo.
Mergulho nessa imensa lassidão,
Todo tempo... nauseabundo.
As flores tristes desfalecem,
Das derrotas que de mim brotam.
Ó vida! Porque adoeces também?
Para todas as perdas... Amém.
Que gigantesco amplo deserto!
Eu... sempre reles, vil.
Nada está por perto,
Pois meu medo tudo consumiu.
Há felicidade em estar
Nessa jaula-mundo que é meu lar
Frio e tétrico é tudo a todo tempo
Sorte foi perdida; levada pelo vento.
Sou o pior daqueles
Que em vida morreu.
Pela desistência estou vagando
Sem nunca ter descoberto quem sou eu.
Não estou triste por estar só,
Estou só por estar triste.
Nenhum comentário:
Postar um comentário