segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Alma em comunhão com a natureza

Como cai bela a chuva
Lenta e formosa pelo vento levada.
Como se as estrelas caíssem
Sem nunca chegar ao chão!

Algumas gotas flutuam tão...
Suavemente... Ah, se vocês vissem...
A gotícula pelo poste iluminada
Desce como estrela cadente...

Forma-se um tubo imaginário
Que dança com meu coração.
E eu vôo dentro dele
E as gotas me abraçam!

Chuva linda que jamais vi!
Noite de sonho que não há!
A lua me olha por entre as nuvens
E docemente sorri...

Chuva, lave minha alma!

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