Novamente eu reclamo onde está a inspiração.
Das idéias soltas, a construção eu não faço.
Vivo sempre, eternamente vazio e lasso.
Vinde a mim novamente ó dom da criação!
Clamo roucamente teu esperado regresso.
A minha suave loucura, a mim, não mais serve.
Decerto não, se nem por alguns momentos...breves...
Você aparece com seu grandioso sucesso.
Quer queira, quer não, abraça-me escuridão!
Dê-me a mais bela jóia da humanidade.
Imploro-te piedade com muda canção.
Não me permita que eu me jogue nos braços de Hades.
Incomensurável é meu desânimo ante
Folhas de papel em branco. Venha, me levante!!!
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