segunda-feira, 29 de agosto de 2011

O adeus

 Fulgure tênue luz cintilante
Que ilumina meu triste semblante
Com um inalcançável dia.
Ah! Quem dele não gostaria?

Porém nunca hei de ser contemplado
De tão lúgubre que é meu fado.
A luz eu vejo! Vem da vela...
Pequena chama embora bela.

Mas, ainda, esta, assopro merece.
Ah! Se um sucesso me viesse...
Crepúsculo no firmamento...

A escuridão eu aumento
Quando deixo que venha este vento.
... A fumaça sobe sem tormento...

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