quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Lágrima seca ao sol

Quando as pétalas das flores voarem,
Não corra atrás delas. Deixe ser.
Quando as mais queridas rosas murcharem...
Sorria! Um dia haveria de acontecer.

Não chorem nem um pouco por mim.
Quando a luz da escuridão se mostrar,
Os grilhões romper-se-ão enfim.

Não me mostre novos horizontes;
Parecer-me-ão todos velhos, iguais.
Pelo menos quando estou triste,
Não são, de inspiração, fonte.

Às vezes quero chorar e nem sei por quê!
Quero morrer! Não aprendi a viver...
Não ligue; isso sempre passa.
Contudo sempre retorna a desgraça.

Algumas vezes penso poder
Por si só uma coisa ser,
Sem um sentido para pensar o tolo.

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